terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo!




Espero que o próximo ano seja um ano muito mais lindo que esse, que, se possível, não tenhamos noticias tristes, não tenhamos problemas financeiros, não tenhamos problemas de saúde, não tenhamos problemas de brigas, enfim, que 2012 seja um ano muito lindo e que se acontecer algo que eu pedi pra não acontecer ai em cima, que saibamos lidar com o problema magistralmente! 
Que 2012 tenha 366 dias e ninguém fique enchendo o saco com esse papo que o mundo vai acabar!

Abraços para todos!!!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

É? onde? tipo assim... repete pra mim

Ontem...
Estava eu dando um cochilão daqueles de babar na sala dos motoristas, enquanto todos assistiam a um jogo (as vezes, nessa época, ficamos sem fazer absolutamente nada) bateram na porta, eu acordei e rápido me recompus, era Salustiel (fictício) o guarda da tarde, veio perguntando quem ira pra São Paulo nesses dias; antes de ele completar a frase, ja tinha colocado os pés pra cima e tentei prestar atenção, mas dormi sua conversa parecia cantiga de ninar. Acordei com ele dizendo: - ...em São Paulo custa R$60,00 aqui cobram R100,00!
Eu escutando essa frase, já fui concluindo o que ele dizia: - O povo compra em São Paulo e revende aqui! ta na cara que ninguém compra de fornecedor!
O outro motorista se prontificou e disse que iria comprar para ele, vira pra mim e diz: - Onde é que vende isso em São Paulo?
Eu olhei pra ele, olhei para Salustiel, olhei para os outros pra ver se tinha uma dica e todos olhavam para mim curiosos em saber onde vendia tal coisa, mas caray que coisa? pois eu não fazia a menor ideia do que se tratava a mercadoria a ser comprada. Enrolei tentei descobrir sem perguntar, mas todos ficaram mudos esperando a resposta milagrosa da minha boca.
Quando vi que não tinha jeito, tive que confessar o acontecido: - Olha dá pra contar do que se trata? eu cochilei na hora, não sei o que é pra quer comprar!


Detesto essa fase do sono que a gente acorda e pensa que sabe tudo e entra na conversa sem ter a minima ideia do que se trata!

Nota aos curiosos:  Salustiel queria uma correia para sua sanfona (pergunte me se eu sei onde vende isso?)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Nonsense estético

Acho que tem fase de nossa vida que preferimos esquecer o quanto a gente era desencanado com roupas e coisa e tal.
Acho minha fase de 16 anos deve ter sido a "peor"! Eu não estava nem ai para o que as pessoas pensassem.
Para se ter ideia, certa feita, minha prima Zuleika (a do bolo de araruta) ligou e me pediu para acompanha-la até o Shopping Iguatemi, pois ela tinha que trocar uma roupa do então namorado. Eu sai como estava, ou seja, calça de agasalho, camiseta de educação física e descalço, não estava afim de colocar uma roupa. Veja bem, no Shopping Iguatemi, o shopping chic de São Paulo.
Eu fui assim mesmo, nem ai pra o que achassem de um cara vestido assim, fomos em uma loja super chic de roupas masculinas e depois fomos lanchar, se alguém prestou atenção em mim, sei lá!
Mas o pior era o que eu fazia em Mogi das Cruzes, era algo que eu fazia muuuuito!
Bastava estar no sitio que eu estava na piscina, a única coisa que me tirava da água era sair para dirigir (que moleque de 16 anos não quer?), então minha mãe, se aproveitava disso, toda vez que precisava de algo, sabia que eu iria tranquilamente topar ir até o MercadoMunicipal com ela. Só que David, saia da piscina e ia como estava, ou seja de sunga e ia mesmo! Sunga, sem camiseta e descalço direto para um mercado municipal de uma cidade do interior. Imagine um moço fortinho entrando num mercado desses de sunga? oooooooooo beleza, devia chamar a atenção de toda japonesada que trabalhava no espaço.
Ir de pijama em supermercado 24horas, fichinha perto do banhista!

Contei isso para o Clark outro dia, que é de Mogi das Cruzes, ele me disse que conhecendo o povo do Mercadão, tem certeza que cada vez que eu aparecia de sunga, devia surgir o comentário:
- "La vem a lokinha da piscina!"


"Acho que as placas de Proibido entrar de trajes de banho em supermercados, surgiram por causa minha"

Acharam que eu iria expor mais de minhas coxas???
Hoje vai de montagem, com um corpo magrinho ( um sonho impossível)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Frango de ceia à cearense

Em 1984, resolvemos passar o fim de ano em Fortaleza, meu pai minha mãe, alguns tios, minha prima Zuleika seu então na época noivo e uns primos de meu pai.
Tudo muito lindo, não conhecíamos nada do nordeste (ja falei de uma aventura nessa mesma viagem aqui), então ficamos encantado com tudo.
O hotel era muto bom, novo não 5 estrelas, creio que 3 estrelas, mas tudo muito charmoso e aconchegante. no dia 31 de dezembro de manhã, minha mãe, toda preocupada com a possível ceia, foi conversar com a recepção do hotel pra saber o que fariam para a noite. Ela foi informada que o hotel não faria festa para os hóspedes, mas que aceitaria encomendas de jantar para quem estivesse querendo.
Minha mãe, minha tia e a prima do meu pai foram até o restaurante para examinar o cardápio e lá escolher o que mais poderia parecer com uma ceia, escolheram tudo em abundância como é peculiar nelas.
Partimos para um passeio tranquilos sem nos preocuparmos com a comida. Passamos o dia todo na praia torramos no sol, protetor solar? o que é isso? vivíamos em um tempo que poucos sabiam o que era isso, voltávamos camaraônicos  e felizes. Mas voltando a história, chegamos a noitinha no hotel, tomamos banhos nos arrumamos todos lindos queimados e com roupas brancas deslumbrantes e prontos para desfrutar a ceia de Réveillon.
Sentamos nas mesas que estavam decoradas ricamente com nada! eles simplesmente deixaram as mesas como um dia normal, minha mãe que não liga muito para firulas, não se incomodou, estava esperando a comida.
começou a vir as coisas, minha mãe teve o cuidado de não pedir nada de frutos do mar, pois estávamos comendo lagosta e camarão a semana toda e ela achou que isso seria algo comum demais. Chegou umas porções disso e daquilo que pareciam coisas boas, mas nada diferenciado para uma ceia. Ai surge os frangos que minha mãe quis que viesse enfeitados como se fossem perus.
Quando minha mãe viu que apareceu meio galetinho assado com uma farofa do lado e meio pêssego em calda, a dona Lourdes despirocou! ela começou a gritar, sei lá por que ela dizia:
-Frango no Ceará é saci? só tem uma perna? uma asa? onde ja se viu? o Joanes que gosta de comer frango só vai comer assim???
Meu pai que nem estava ai para o frango e suas pernas, dizia: - Deixa quieto!
Mas minha mãe não ouvia, minha mãe estava sedenta de justiça, ela queria falar com a cozinheira, queria saber o que ela tinha feito com a metade do frango, queria saber se ela sabia o que era frango de ceia!
De início ficamos chocados, mas depois de 5 minutos começamos a achar engraçado os chiliques de minha mãe.
Só sei que depois de uma hora no restaurante, apareceu um frango inteiro com cara de ceia e minha mãe fez meu pai comer o frango, como se meu pai fosse o culpado de tudo!
Nem preciso dizer que o dia 01/01/85 foi o dia do frango inteiro, tudo que se dizia de comida sempre perguntávamos se era inteiro, até a lagosta que comíamos questionávamos se era Saci.

Foto real do dia! 31/12/84 - Fotografo: meu pai . Na foto:
Eu. Nair (a prima do meu pai), minha mãe, minha tia Clarice,
meu tio Maneco, Zuleika e o Claudio (seu futuro marido)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Enquanto isso, no aeroporto....

Em 1992, minha sobrinha mais velha, Janaina, foi para Disney. Claro que com 15 anos era algo fantástico para ela e preocupante para os pais, na época tudo era mais complicado na questão de enviar dólares para fora se precisasse em uma emergência ou até as ligações telefônicas internacionais eram mais burocráticas.
Mas tudo ia bem, até termos tido a noticia que a jovem infante torceu o pé em um dos brinquedos e estava com o pé enfaixado. Claro que isso se tornou algo mais ampliado para nos devido a distância, mas os responsáveis pelos jovens turistas haviam tranquilizado os pais, dizendo que era uma simples torção.
Passou-se os dias e finalmente chegou o dia da volta da viagem, claro, fomos todos, tios, tias, avô e avós e os pais buscar a jovem viajante no aeroporto.
Tudo corria normal, minha cunhada se comportava até que normalmente, estava apreensiva, mas sabia que tinha sido apenas uma torção e ficará despreocupada com a filha. Achei que tudo acorreria bem até que, naquela vitrine gigante que separa os que esperam dos que chegam, vistamos a Janaina, com o pé enfaixado e numa cadeira de rodas, pra que, minha cunhada começou a gritar no meio de um centena de pessoas e andar por cima de todo mundo e gritava: - MINHA FILHINHA (note que "minha filhinha" tinha 1.70m e pesava 70kg) e passou por todos e pela policia federal que ficou com medo da mulher ensandecida. Ninguém esperava essa reação, minha cunhada continuava a gritar pela filha dentro do aeroporto e todo mundo olhando. Na hora eu não sabia o que fazer, minha primeira reação foi fingir que não pertencia a família, fui dar as boas vindas ao casal polonês que chegava, sai daquele cortiço internacional e fiquei de espectador a distância.
(Ninguém tinha se tocado, que em aeroporto, se você estiver de pé engessado e não tiver muletas ou bengala, eles te darão o serviço de cadeira de rodas, isso não significa que você ficou paraplégico!)
Minha cunhada, dando continuidade ao show da super mãe, trouxe a pequena infante no colo. Estou pra ver mãezona dessas. Alias, minha cunhada é assim até hoje com seus filhinhos todos com mais de 30 anos.

Janaina, hoje.
Se a mãe a visse com essa cara agora, bateria asas,  iria busca la
no avião!


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Um pouco de paciência

Gente estou no meio das provas e com meia dúzia de trabalhos para fazer e apresentar, portanto sem tempo para postar algo e comentar nos blog amigo!
Prometo, prometo e prometo voltar logo!